terça-feira, 22 de abril de 2014

FACE TO FACE 7: CARD DE ARREPIAR!!!!










Alex Gazé,

organiza a sétima edição do seu evento, FACE TO FACE que eu acompanho desde as primeiras edições, tendo sido announcer dessas primeiras e com muita alegria anuncio meu retorno como announcer do evento nessa sétima edição que está marcada para o dia 2 de maio na famosa casa RIBALTA no Rio de Janeiro, berço e capital das lutas no Brasil !
Atletas da GFTeam, Blackzilains, PRVT, TFT, RFT, Team Nogueira, XGym, War Machine Team e Art Fighter prometem sacudir a capital carioca num card muito bem montado por Gazé, um card que promete, literalmente um card explosivo, confira as feras:











Card explosivo;


Isaac Pimentel (GFTeam )  x  Junior Girafinha ( Blackzilians)

Carlos Peixoto (BTT)  x  Marcos Boinha ( PRVT )

Luis Carlos Ninja ( Cascadura Team)  x  Mauro Fúria (RFT)

Henrique Sucuri (Blackzilians )  x  Hederson Capoeira (Team Nogueira)

Bira Lima ( X Gym )  x  Wagão Ribeiro ( Team Nogueira )

Wendel Negão ( War Machine Team Libra CT )  x  Vinicius Boher ( TFT)


Disputa de cinturão:


Gilbert Durinho ( Blackzilians )  x Paulo Rambinho (Art Fighter )




                                                 Olivar Leite.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

DANILO RIBEIRO: ARTIGO.




TREINAR ATÉ A FALHA É NECESSÁRIO NA MUSCULAÇÃO





O que é treinar até à falha?


Existe uma prática muito comum na musculação que consiste em procurar treinar até à falha muscular. O objetivo é efetuar uma série até chegar àquela repetição que já não é possível completar (ou então apenas completar com extrema dificuldade, de maneira incorreta e/ou sem controlo na amplitude total do movimento).

Nesses casos, se tentar efetuar mais uma repetição, o corpo já sem reservas suficientes vai obrigá-lo a parar. É por essa razão que, muitas vezes, se faz o supino ou outro exercício qualquer com um parceiro. O nosso parceiro de treino está pronto a impedir que a barra nos caia em cima na hora da dita falha.



Treinar até à falha é essencial?

Considerando o significativo esforço em causa, surge uma pergunta incontornável: é necessário ou não treinar até a falha? Quem pratica musculação sabe que a questão não é tão linear quanto pode parecer.

Para algumas pessoas, treinar à falha é fundamental para sentir que o treino foi eficiente e intenso. Outras, por outro lado, não veem necessidade nesse cansaço extra que consideram descartável para o bem de uma sessão de treino. Na verdade, essas duas teorias defendem-se. Tudo depende do contexto do seu treino, mas também das suas capacidades em continuar a treinar apesar do cansaço, assim como da sua capacidade de recuperação entre cada sessão de treino.

Estudos científicos sobre o treino até à falha muscular
No seu percurso, qualquer atleta acabará por deparar-se com vários conselhos contraditórios sobre o treino até à falha. Mas, concretamente, o que sabemos sobre o assunto? Num estudo publicado no Journal of Strength and Conditioning Research, os investigadores procuraram determinar até que ponto seria, efetivamente, essencial treinar até à falha [*1].

Já antes tinha sido provado que é mais vantajoso executar séries múltiplas, em vez de apenas uma (em relação ao desenvolvimento da força e a hipertrofia), mas seria também necessário levar as séries até a falha?



No âmbito desse estudo, os investigadores chegaram à conclusão de que treinar até a falha não era obrigatório para promover ganhos de força e tamanho. Levantando frequentemente cargas estimulantes e abastecendo-se com calorias suficientes para reforçar o processo de hipertrofia, o atleta acabará por obter os ganhos de força e tamanho ambicionados.

No entanto, esse estudo também sublinhou que, para atletas mais experientes, treinar esporadicamente até à falha pode ser vantajoso quando o objetivo é ultrapassar uma fase de estagnação, para obrigar o corpo a reagir e evoluir. Treinar até a falha pode, igualmente, ajudar a aumentar a quantidade de hormônio de crescimento libertada pelo organismo, assim como aumentar a ativação das unidades motoras, que irá proporcionar maiores ganhos de força e volume.

Ainda nesse estudo, foi descoberto que para efeitos anabólicos significativos é aconselhado levantar uma carga pesada. Utilizar o protocolo de altas repetições com cargas leves pode não ser o suficiente para o efeito desejado. Seguindo essa linha de raciocínio, se pretende treinar até a falha, use cargas mais pesadas para obter maiores benefícios.


Por fim, o estudo também sublinhou que treinar até à falha durante um longo período de tempo pode ser prejudicial, na medida em que pode resultar rapidamente em overtraining. É necessário guardar em mente que o seu corpo precisa de um tempo de recuperação maior após sessões de treino até a falha.

Outro estudo veio dar um fundamento científico para quem defende que treinar até à exaustão não constitui o método certo para otimizar os ganhos de força e resistência. Como o corpo compensa de cada vez que recupera das micro lesões das fibras musculares originadas pelo treino, alguns praticantes de musculação acreditam que um maior “estrago” originará uma maior compensação.

No entanto, no estudo referido [*2], quarenta e três praticantes masculinos de remo foram distribuídos por 3 grupos, que desempenharam os mesmos exercícios de resistência mas com métodos de treino diferentes: o grupo dos 4 exercícios com exaustão do músculo (4ECEM), o dos 4 exercícios sem exaustão do músculo (4ESEM), o dos 2 exercícios sem exaustão do músculo (2ESEM) e o grupo de controle (GC).

Após 8 semanas de estudo, a conclusão foi que seria possível os atletas conseguirem maiores ganhos de força explosiva e massa muscular caso não executassem os exercícios até à falha muscular.

CONCLUSÃO

Mantenha sempre isto em mente durante o treino: treinar até a falha todos os dias não é um requisito para ganhos de força e volume. No entanto, se já tem alguma experiência de treino e sente-se estagnado na sua evolução, treinar até a falha pode, ocasionalmente, ser uma boa forma de ultrapassar esse nível.






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UFC NO COMBATE: BISPING X KENNEDY E WERDUN VS BROWNE.








UFC FIGHT NIGHT COMBATE – BISPING X KENNEDY

Pesagem, dia 15 de abril - 17h * foi pra conta!!!!!

Evento, dia 16 de abril
Início -  16h15
Card principal – 20h
Previsão de término – 23h

CARD PRINCIPAL
Peso-médio (até 84,4kg*): Michael Bisping (84,4kg) x Tim Kennedy (84,4kg)
Peso-meio-médio (até 77,6kg*): Patrick Côté (77,1kg) x Kyle Noke (77,6kg)
Peso-médio (final - até 84,4kg*): Sheldon Westcott (83,5kg) x Elias Theodorou (83,9kg)
Peso-meio-médio (final - até 77,6kg*): Chad Laprise (77,1kg) x Olivier Aubin-Mercier (76,7kg)
Peso-pena (até 66,2kg*): Dustin Poirier (65,8kg) x Akira Corasani (65,8kg)

No card preliminar lutam no peso-meio-pesado (até 93,4kg*): Ryan Jimmo (93kg) x Sean O'Connell (92,5kg) que proporcionaram na pesagem uma cena bacana e de camaradagem:








UFC FIGHT NIGHT COMBATE – WERDUM X BROWNE



Pesagem, dia 18 de abril – 17h

Evento, dia 19 de abril
Início da transmissão – 16h20
Card principal – 21h

Previsão de término – 23h



CARLOS EDUARDO OZÓRIO
Consultor de comunicação / canal Combate

XTREME RACE EM MINAS!!!






Tanque de gelo e parede com cordas estarão entre os 11 desafios da Xtreme Race Minas Gerais
Radical corrida de obstáculos será realizada dia 27 de abril no CPOR- BH, a base militar do exército em Belo Horizonte




Após três edições de sucesso em São Paulo, a principal corrida de obstáculos do país será realizada pela primeira vez em Minas Gerais e em um local muito especial: o CPOR- BH, a base militar do exército em Belo Horizonte.
Com percurso de 5Km e 11 obstáculos, a prova terá entre seus desafios um tanque de gelo e uma parede com cordas, entre muitas surpresas que prometem elevar a adrenalina dos participantes nessa inédita competição na capital mineira.



"A Xtreme Race é inspirada em provas militares e nesta edição iremos utilizar a base de treinamento do exército, o que nos motiva a criar desafios inovadores para os participantes. Teremos um percurso que passará por alguns pontos como estande de tiro e pista de pentatlo militar, entre outros obstáculos”, explica Rafael Sá, um dos organizadores da corrida.


As inscrições para a Xtreme Race BH estão abertas e podem ser feitas pelo site: www.xtremerace.com.br
A Xtreme Race é realizada pela Fragata Marketing e RS Produções em parceria operacional com a Trilogy Sports em BH e apoio Wilmonnet e revistas Go Outside e Runner´s World.



Crédito das fotos: Equipe J.Mantovani

terça-feira, 15 de abril de 2014

CAIO: MAIS "MONSTRO" DO QUE NUNCA !!!










Acostumado à vida dura, Caio Monstro confia no jiu-jitsu para vencer no UFC


Em busca da terceira vitória na organização, atleta da Nova União relembra infância humilde até chegar ao Ultimate; próximo desafio será neste sábado, dia 19
Natural de Fortaleza, Caio "Monstro" Magalhães precisou suar muito para conquistar o seu lugar no atual cenário do MMA mundial. De origem humilde e acostumado a batalhar desde pequeno para auxiliar no sustento da família, o atleta da Nova União estreou no octógono em junho de 2012, e soma duas vitórias seguidas em três lutas. Seu próximo compromisso será neste sábado, dia 19 de abril, em Orlando, Estados Unidos, no UFC on FOX 11. O oponente será Luke Zachrich, estreante que substitui Josh Samman, fora do combate por lesão.

Caio sempre teve o jiu-jitsu nas veias. Por isso, não pensou duas vezes em aliar a ajuda em casa com o prazer. E assim, após trabalhar nos Correios, deu aulas particulares da arte suave para complementar a renda familiar. Anos depois, faixa-preta e com conquistas no tatame, vai testar seu jogo de solo contra o americano, dono de sete finalizações no cartel.

"Trabalhei desde muito novo para ajudar em casa, mas meu foco sempre foi no esporte. Minha mãe não entendia muito bem, mesmo assim sempre esteve ao meu lado e me deu o maior apoio. Pratico jiu-jitsu desde pequeno e nunca parei de treinar. Não tive nada fácil em minha vida, e no UFC não tem sido diferente. Enfrento caras duros em todas as lutas e confio em minha parte de chão para vencer no sábado", conta.

Apesar de ter seu adversário alterado com apenas duas semanas antes do combate, o cearense não perdeu tempo e já analisou o novo desafio que terá pela frente. Zachrich faz seu debute na organização, e possui um cartel com 13 vitórias e duas derrotas.

"Espero uma luta dura, já que é um cara bem forte e gosta de colocar para baixo. Já o analisei por vídeos, mas essa mudança de última hora não me afeta muito, já estou acostumado. Eu entrei no UFC dessa maneira também, pegando uma luta faltando pouco tempo. Todo mundo espera essa oportunidade e, quando ela vem, ninguém quer desperdiçar", conta Caio, que chegou ao evento em janeiro de 2012, substituindo o, na época, lesionado Thiago Bodão.

Assim como a labuta da infância, desde cedo também Caio carrega consigo um curioso apelido. Comum no MMA, a alcunha do cearense é motivo de orgulho e de risadas para ele. "Foi na época que lutava jiu-jitsu. Eu tinha 14 anos, mas era muito grande para os meninos que competiam comigo. Então comecei a lutar com os adultos e todo mundo me chamava de monstro. O apelido pegou e levei para o MMA. Eu gosto", revela, aos risos.

Com sete vitórias e apenas uma derrota no cartel, o peso-médio (até 84kg) agora tem a tarefa de manter a evolução no UFC. Com a confiança em alta, Caio Monstro fará sua segunda aparição pelo evento nos Estados Unidos, após triunfos no Brasil e na Austrália sobre Karlos Vemola e Nick Ring, respectivamente.


"Engatar vitórias consecutivas no UFC, que só tem lutador duro, me dá uma confiança maior, mas a responsabilidade aumenta também. Consegui duas boas atuações e estou muito animado de atuar nos Estados Unidos novamente. Será bom ser reconhecido por lá também. Com três lutas na organização, os adversários já têm o que ver no meu jogo, mas vou sempre surpreender", decreta.