quinta-feira, 22 de setembro de 2016

VICENTE LUQUE: PREPARADO PARA DEFENDER BSB !













Vicente Luque vibra com estreia em casa pelo UFC


Criado em Brasília, lutador mede forças contra Hector Urbina na edição da capital brasileira neste sábado, dia 24 de setembro
A grande maioria dos lutadores de MMA preferem lutar com o apoio da torcida, e Vicente Luque finalmente terá esse prazer quando a porta do octógono se fechar. Neste sábado, dia 24 de setembro, pelo UFC Fight Night 95, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF), o lutador busca a terceira vitória consecutiva na categoria meio-médio (até 77,5 kg) diante de Hector Urbina, em embate válido pelo card preliminar do show.

Luque é natural de New Jersey, nos Estados Unidos, mas desembarcou e passou a viver no Brasil com seis anos de idade. Naquela época, ele já praticava karatê, sua primeira experiência nas artes marciais, incentivado por sua mãe, Maria Aparecida. A cidade escolhida foi Brasília, e quis o destino que, 18 anos depois, a capital brasileira seja o palco para a estreia do lutador no país pelo UFC. O fato serve como motivação extra para ele.



"Estou muito feliz por lutar em Brasília. Terei família e amigos na torcida, e isso é ótimo. Me dá ainda mais vontade de ter uma grande apresentação, presentear os fãs brasileiros com uma bela vitória. Estou bem preparado para isso, fiz um excelente camp, e muito motivado para emplacar a sequências de três vitórias no UFC, o que é sempre muito difícil de conseguir", avisa o representante das equipes Cerrado MMA e Blackzilians.

Aos 24 anos, Vicente Luque finalizou Alvaro Herrera em seu último compromisso no octógono, em julho deste ano. Antes disso, em dezembro de 2015, ele se recuperou do revés da estreia ao bater Hayder Hassan também por finalização. O triângulo de mão, ataque de jiu-jitsu usado nos dois triunfos, está afiado para resultar em três tapinhas de mais um adversário, mas Luque não se restringe à técnica.



"Eu tenho uma facilidade em ajustar o triângulo de mão, normal e invertido, porque tenho os braços longos, e acho que isso ajuda muito. Como vencei duas lutas no UFC assim, os adversários já estão ligados na defesa. Por isso, treinei muitas variações partindo desse ataque, indo para as coisas, braço, muitas coisas. Então não esperem só isso de mim. Estou me sentindo muito forte também na trocação, evoluindo cada vez mais no jogo como um todo", garante.

Além do chão, trocação e quedas, Vicente Luque está também mais forte numa parte fundamental para todo atleta profissional: a parte mental. Auxiliado pela psicóloga Luciana Castelo Branco, o lutador revela como o suporte o auxiliou dentro do octógono.

"Nunca consegui uma sequência de três vitórias na carreira, e acredito que isso está atrelado ao mental. Sempre que vencia uma, duas lutas, havia um desvio de foco, acabava não conseguindo chegar na terceira luta totalmente centrado. Com Luciana, estou me sentindo cada vez melhor nessa parte também, e estou pronto para quebrar essa barreira. Estou tecnicamente, fisicamente e mentalmente preparado para vencer no sábado", afirma.




Sobre Vicente Luque


Natural de New Jersey, nos Estados Unidos, Vicente Luque é filho de pai chileno e mãe brasileira, e vive no Brasil desde os seis anos de idade. Iniciou nas artes marciais treinando karatê incentivado por sua mãe, e trilhou caminho até o MMA, estreando em 2011. Atualmente representando as equipes Cerrado MMA e Blackzilians, o lutador meio-médio (até 77,1 kg) de 24 anos é dono de um cartel com nove vitórias, cinco derrotas e um empate, sendo três lutas realizadas no octógono do UFC (duas vitórias e uma derrota).

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

FATALITY VS GSF: EXCELENTE SACADA COM WENDEL VS MERENDA DE PRINCIPAL.





















Uma grande sacada!
Desejamos na verdade que essa ideia fosse copiada por outros eventos, já pensou Shooto vs Jungle ?
Wocs vs Imortal ? Aspera Fighting vs Jungle ? Titan FC vs Iron Fight ? E por ai vai ...
Árbitros selecionados, de nome, escolhidos por votação de lutadores, técnico, organização, algo assim ...

Bem quem saiu na frente foi o Fatality Arena que bate de frente contra o GFS e coloca na luta principal seus representantes, dois garotos que eu conheço muito bem, Wendel Oliveira que batizei de War Machine e Júlio César Merenda, cria da TFT equipe que eu vi nascer e crescer onde tive a oportunidade de conhecer bem o Merenda, um garoto de ouro, Wendel, afilhado, mesma coisa, coração de menino, eles foram os campeões escolhidos para representarem seus eventos que cada um detém o cinturão na luta principal.
Diogo que organiza o Fatality, tive a alegria de conhecer quando fez a primeira edição que apresentei, e a segunda, quando já ganhou corpo e mostrou que tinha tudo para ficar como aconteceu, já está esperto e vem trabalhando bem o evento nas redes sociais já com vídeo do Wendel provocando o Merenda fazendo um bom jogo de marketing.
Achei maneiro, curti bastante e desejo sorte, que seja um evento com longevidade, trazendo outros eventos para esse desafio que tem um apelo super legal e quanto ao Wendel e ao Merenda, por favor: saiam na porrada !!!!!






                                                                   Olivar Leite.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

FELIPE OLIVIERI, NOSSO MUITO OBRIGADO!!!!



Gostaria de agradecer imensamente as pessoas que receberam Felipe Oliviere, meu amigo querido que veio para São Luis rever o pai e aproveitamos para extrair um pouco do seu vasto conhecimento da Arte do Muay Thai.
Gostaria de agradecer a Barbearia Prime na pessoa do Márcio, ao restaurante Manú na pessoa do Leonardo, ao meu primo Augusto Leite que esteve ao meu lado me dando suporte e aos poucos e bons guerreiros da Gracie Barra, e ao Paulo Wanderley que levou seu atleta para aprender um pouco mais da arte do Muay Thai voltada para o MMA e ao Handerson que colocou sua equipe para participar e somar. Obrigado a todos, meu compromisso continua, e ele é entre mim e DEUS.

Valeu Felipe Oliviere, você somou demais !!!!

Ossssu !  






















                                                                   Olivar Leite.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

GODÓI : EM NOME DO JIUJITSU.























Desde que defendíamos a bandeira da Brazilian Top Team, criei uma admiração por Roberto Godói.
Cara muito bacana, diferenciado pela educação e trato com as pessoas.
Acompanho Godói a muitos anos, estive diversas vezes ao lado da área em que lutava acompanhando de perto suas lutas e algo que sempre me marcou em Godói, o fato de nunca estar só, sempre acompanhado por alunos e amigos apaixonados. Godói é um desses caras que admiramos por ele sempre ter acreditado na sua arte, o Jiujitsu, desde quando eu me lançava nos campeonatos no Rio de faixa azul, já tinha uma rapaziada muito forte da academia Godói e Macaco caindo pra dentro e representando São Paulo de uma forma diferenciada; fazendo frente. Godói se firmou com o Jiujitsu, cresceu como professor, como competidor e ser humano.
Depois de tanta história dentro da arte suave, algo me chama sempre atenção em Godói, o digamos " ar juvenil " que ele se lança nas competições. A vontade e principalmente a alegria de estar ali se testando ( sem ter mais nada o que provar ) o faz alguém diferenciado, especial ( sou suspeito ) 
Godói acaba de escrever mais um capítulo em sua história como lutador e professor, fazendo um dos campeonatos mais bonitos da sua vida, enfrentando lendas do Jiujitsu e fincando de vez a sua bandeira de um professor exemplar para não só os seus mas para todos que vivem o Jiujitsu lifestyle.

Conversei com Godói que como sempre foi de uma elegância e gentileza absoluta, confira o bate papo com esse que já pode se considerar uma lenda do Jiujitsu após 7 lutas campeão Super-Pesado e Absoluto World Masters 2016





Quis saber de Godói qual o segredo para tanta longevidade, o lutar vibrante, a questão da motivação que geralmente vai e vem na gente e esse  prazer e alegria:  qual o processo?

" Fala Olivar, na verdade é uma soma de fatores que fazem essa chama para eu estar competindo e permanecer sempre acessa, primeira é a paixão pela nossa arte, costumo brincar com meus alunos que quando estou dentro do tatame, aquilo ali pra mim é lazer, trabalho é quando eu estou fora, na rua, segundo é um grupo grande de alunos que estão comigo a 20, 25 anos, atletas muito duros, que me fazem ficar sempre buscando e ficando antenado com as técnicas novas mesmo que eu não consiga coloca las no meu jogo eu tenho sempre que pratica las , sou faixa branca nelas e me ponho nesse lugar, então pratico, treino, mesmo que eu não consiga executar mas para que eu consiga entender, consiga passar uma defesa para meus alunos, para talvez passar um institucional básico pra eles, nesse tipo de posição, segundo é,  sei lidar muito bem com minhas vitórias, minhas derrotas então eu não tenho medo de perder ali dentro, isso é um grande passo, eu vejo muitos institucionais agregados à competição, só tem ganho, não tem derrota, tem dias que aprendemos mais que ensinamos, mas vem um paralelo com a competição que é qualidade de vida, pois eu me poupo de sair, me privo de comer bobagens, eu treino mais, então tem todo esse institucional agregado, independente se der certo ou não no dia da competição a vitória já veio, então sei muito bem lidar com isso que é um fator importante, o reconhecimento dos amigos , dos alunos que conseguiram êxito na competição , caio pra dentro não só para ganhar mais uma medalha, mais sim ganhar com relevância, fazer as tuas posições acontecerem , isso é fascinante, isso é uma paixão também, porquê quando se treina, treina, treina, se tem aquelas posições mais básicas , as medianas e as mais evoluídas ai você consegue lá aquele golpe que você tanto treinou, que você idealizou naquele acontecer naquele dia e aconteceu numa final, é tudo maravilhoso, faz perpetuar aquela chama que faz parecer que eu tenho 16 anos e que me faz querer competir o resto da vida se Deus me permitir .



O que sempre me fez observar Godói de um outro ângulo é o fato de que  Godói nunca luta só, está sempre acompanhado de amigos/alunos com muita paixão, amizade e muito respeito, e é essa relação com os alunos e amigos que eu quis compreender melhor e assim me explicou Godói:



" Na verdade é uma relação de família, muito deles eu convivo muito mais que com meus irmãos , porque to la no dia a dia com eles por 20 anos, 25 anos, eu estou com academia naquele mesmo ponto, ano que vem fazem 20 anos que estou naquele ponto, então é uma relação de carinho cuidado, muito mais de formar grandes atletas para competir, de formar pessoas melhores, eu com o Jiujitsu tento ajudar o maior número de pessoas possíveis, eu nunca vi o Jiujitsu prejudicar ninguém, mais vi o Jiujitsu salvar muita gente, os valores que nós perpetuamos durante 1h, 1 h e meia são valores morais que muitas vezes ficam perdidos numa cidade tão agressiva como São Paulo onde eu vivo, então a grande labuta é que durante as 22, 23 h que as pessoas estão foras do tatame seja igual aquela hora, hora e meia que estão dentro do tatame, porquê lá é que perpetuamos a disciplina, respeito, amizade, fair-play, e isso que nós devemos tentar transcender ao tatame e levarmos para a vida, e com certeza a pessoa vai ficando cada vez mais confiante nela e isso reflete em todas as esferas da vida dela, então essa pessoa se torna uma pessoa melhor para a família dela, para pessoas do seu convívio e nisso está a grande gratidão  e ai nós vamos pegando amizade, afinidade e vemos que muita das vezes a pessoa chegou ali mas não está muito bem, acabamos dando uma palavra, um abraço, vamos pegando afinidade, e vamos cada vez mais interagindo em nossas vidas em conjunto , fico imensamente feliz de ter esse grupo ai super casca grossa, se eu citar um ou outro nome estarei sendo injusto, mas com certeza tem aqueles atletas que se pegam todo dia comigo que eu posso enaltecer como o Charles Farias o Duende, André Macedo o Cabrum, Elber Soares o Gurí, Celso Brito, Jurandir Vieira, o Rodrigo Didão  , Julio Pinheiro, Alisson Soneca, são eles que me apertam, são eles que chegam com novas posições que dizem “Mestre, vamos fazer assim, vamos fazer assado, não para, mas eu sou pião de treino, sou um cara bom de treinar cansado , treinar machucado, sou bom de treinar quando os outros querem parar, essa galera me faz estar preparado pra chegar ali no tatame preparado, a vitória é incerta, mas fazer um bom papel com certeza estarei lá para fazer.é tanta gente Olivar que pra você ter ideia fizemos nossa graduação anual com todos os professores juntos e estamos com um número de 970 faixas por anos e esse ano talvez dê 1.000 trocas de faixas anual, nós estamos em 69 unidades em São Paulo, um montante de 5.000 alunos pra você vê como falando só esses nomes estou sendo injusto, mas são nomes que tenho que enaltecer e outra infinidade,  são todos que elevam meu nível, as meninas que eu faço o meu primeiro rola para aquecer meu corpo, os menos graduados onde colocam as posições que ainda não estão fluindo direito, são os meus campos de teste, os mais graduados que me apertam e me batem direto, direto, é até engraçado que falo sempre para os meus alunos que sei lidar muito bem com essa coisa de apanhar muito antes da competição, então sempre que estou treinando muito, que está perto da competição quase sempre eu estou apanhando, poucas vezes eu estou batendo nos caras, chegando na véspera da competição eu estou apanhando, apanhando deles, eu sei lidar bem com isso, ai eu passo uma borracha em todos esses treinos em minha cabeça para não entrar como estímulo negativo, tipo como se eu estivesse mal, mas entendendo que os caras sabem fazer a leitura do meu jogo, que eu estou um pouco cansado, eu passo uma borracha e chego na competição como ? – Com o sentimento de dever cumprido, que não estou lá á toa , que treinei muito que se apanhei e bati nos meus alunos eu estou na verdade super treinado e pronto para aquele momento, então sou muito agradecido por ter essa galera do bem comigo que tá ali sempre gritando comigo, na vitória ou na derrota, porquê é como eu falei, é mais que a competição e sim o lifestyle do Jiujitsu e estamos juntos para evoluir não só no Jiujitsu mas como pessoa evoluindo a cada dia.


Tive que comentar com Godói sobre seu trabalho na net, vídeos de posição que eucostumo atacar e que de repente me ví pegando posições nos vídeos do Godói pela simplicidade e didática usada num trabalho muito bacana, Godói me contou sobre: 

" Eu sou contra Olivar algumas coisas que vemos na internet , na tv porquê na verdade aceita tudo né,  porquê como dizem, falar até papagaio fala, você chega a ver coisas até de atletas de renome que chega a ser gritante que você pensa poxa coitado do fã desse cara tão novo no Jiujitsu e entrando numa roubada em tentar colocar no jogo dele aquela posição porquê em minha humilde opinião tem coisas alienadas e muito mal colocadas , mas ao mesmo tempo o mundo ficou pequeno com a internet , a Globalização realmente veio então qualquer coisa que você posta hoje rapidamente chega do outro lado do mundo então isso deve ser trabalhado por pessoas sérias para que seu trabalho seja conhecido por outras pessoas sérias então pensando nisso eu elaborei algumas posições em vídeos, posições essas todas que eu executo, não tem nada, alí não tem nada de lenda, de posição enganosa, são posições de verdades, concretas que uso no meu dia a dia, quem treina comigo sabe, inclusive esse golpe que eu peguei na final do absoluto eu já peguei no Pan duas vezes , já peguei no Brasileiro, na academia eu uso frequentemente, tem esse golpe postado em vídeos em posições lá atrás então faço questão de passar um pouco do meu trabalho mostrando posições relevantes e que eles poderão executar e com certeza eu de fato acredito nelas , então eu acho importante para todo professor/lutador usar esse canal, além de ser um marketing você pode ser visto por uma pessoa do outro lado do mundo que vai realmente identificar que você tem um trabalho sério, abrir portas em outros países, mostrar seu trabalho, dar a oportunidade para pessoas que não podem encostar em nós, em estar perto terem acesso aquelas posições lógico que existem muitos detalhes que a pessoa ali não vai pegar mas a grosso modo ela vai entender. Eu costumo falar para os meus alunos que na minha época não tinha internet, não tinha nada, eu ia as competições e ficava atento nos detalhes do golpe, porquê se você pegou, pegou, se não, não tinha como, hoje em dia está mais fácil com esse esquema está tudo mastigadinho, por mais que não tenha o fino trato que são os mínimos detalhes, já dá para a pessoa ter uma ideia , eu sinto realmente que atletas de outras equipes eles usam isso porquê vem muitas perguntas , muitas indagações; “ professor mas e aquele detalhe...  professor me ajuda com isso ... “ e eu fico feliz, porquê independente de ter minha equipe eu acho que o mais importante que o Roberto Godói fez foi ter contribuído para o crescimento do Jiujitsu como um todo, no meu Estado, posso falar porquê não no mundo eu participei de tudo desde o início, do Panamericano, das principais competições, ter contribuído de todas as formas possíveis pois as principais equipes rivais são formadas por vários ex alunos meus, e é isso ajudar no crescimento do Jiujitsu, porquê eu sou fã do Jiujitsu, como eu falei já, ele salva pessoas e nos deixa melhor a cada dia, então a minha missão é ajudar a maior quantidade de pessoas possíveis através desse dom que Deus me deu."




Momentos marcantes na carreira de Roberto Godói eu guardo como a luta do Telles, viajando por várias situações ao ipon seoi do Saulo Ribeiro, culminando nesse campeonato perfeito, quis perguntar exatamente o que passa na cabeça dele após tudo isso ser brindado com um campeonato perfeito, Godói foi bem direto:



" Olivar meu irmão, como eu te falei eu sei lidar muito bem com a vitória e com a derrota, porque eu não me senti derrotado quando não venci e sim eu tive aprendizado, e eu acho que essa é a soma do Jiujitsu, eu cheguei onde cheguei hoje porquê eu sou um cara persistente , um cara que mais do que ganhar soube cair e levantar, e é isso que me move, de as vezes eu perder e entender direitinho na minha cabeça, tipo poxa Godói você deu mole nesse momento,    ta faltando essa sintonia fina, essa chama me move me faz querer cada vez mais melhorar, polir minhas posições, eu sou na verdade Olivar fã desses atletas, todos esses atletas que caem pra cima de mim, me enfrentam , que estão ali no tatame comigo, como eu citei até no meu post, “ onde muitos tem medo de colocar os pés, parabéns para aqueles que colocam a cara no tatame, ali eu sou vejo vencedores, então esse sucesso que tive agora no Mundial, já passou, foi ali naquele dia, ganhei, bola pra frente e vamos treinar mais, tem tanta coisa para evoluir, Jiujitsu é muito vasto, tem tanta coisa que eu me considero faixa branca, que eu tenho que melhorar, então essa que é a luta, fico feliz realmente de estar com aquelas feras ali no tatame, que minhas posições aconteçam, e o desafio continua, estou com 42 anos, não sou mais nenhuma criança ainda, mas sei que ainda tenho muita lenha pra queimar e isso só faz eu me motivar mais só faz eu saber que estou no caminho certo, meu estado mental para competição é muito favorável, cada dia que passa eu melhoro, tenho mais confiança no meu jogo, e pô  vida longa a todos que possamos juntos fazer muita força ainda no tatame com esses caras que sou muito fã."



                                                             Olivar Leite.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

VI WORKSHOP DE NEUROCIÊNCIA DA UFMA: VEJA COMO FOI.














Saiba como foi o 

VI WORKSHOP DE NEUROCIÊNCIA
Temática Central: Cérebro, mídia e jogos olímpicos



Dia 26/08 – Mini-auditório do Centro Pedagógico Paulo Freire






O VI Workshop de Neurociência tendo como tema a “Cérebro, mídia e jogos olímpicos”, é um evento desenvolvido semestralmente pelo Núcleo de Estudos/Pesquisa e Análise Social do Movimento Humano - NEPAS, através dos membros do grupo de estudo Cérebro, educação e movimento e pelos alunos da disciplina Neurobiologia Aplicada a Atividade Física, com o intuito de discutir o impacto dos avanços da neurociência os diversos campos do conhecimento como a filosofia, (neuro)educação, ética, entre outros.


Abertura
14:00h  Torcedor fanático e o sistema de recompensa – acadêmicos Tiago Bezerra/Antonio Marcos
14:30h  Neuromarketing e exercício físico – Acadêmicos Reis/Thaylan
15:00h  Exercício físico e atividade cerebral – Acadêmicos Maria Oneide/Carlos Eduardo
15:30h  Geopolítica e olimpíadas: o jogo do poder – Acadêmico Ronald

16:00 h Mesa Redonda - Olimpismo, Fair Play e doping: até quando? Prof. Olivar Leite, prof. Tarcisio Ferreira (Mediador)


18:00 h Encerramento


Professor Tarcísio é ;




















Graduado em Educação Física pela UFMA. Professor do Departamento de Educação Física da UFMA. Especialização em Educação Pré-escolar pela Universidade Estadual do Ceará. Mestre em Neurociência pela Universidad Internacional de Andalucía - Espanha. Doutorando em Neurociência pela Universidad de Murcia - Espanha. Coordenador do Núcleo de Estudos/Pesquisas e Análise Social do Movimento Humano – NEPAS.
Coordenador o Projeto de Extensão “Viver a Escola” na Vila Embratel.
Coordena o projeto “Viva Capoeira Angola” e o Curso de Capacitação de Mestres de Capoeira do Maranhão. Membro da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento – SBNeC. Participa da Rede Nacional de Ciência para Educação (Rede CpE). Orientador do Curso de Especialização em Psicologia da Educação da UEMA. Criador e coordenador da Semana do Cérebro da UFMA. Tem experiência na área de Educação Física Escolar, com ênfase em Crescimento e desenvolvimento e Neuroeducação, atuando principalmente nos seguintes temas: Cultura Corporal, Educação Infantil, Desenvolvimento Humano, Neurociência, Neuropedagogia , Capoeira e Reggae.



                                                          Olivar Leite