segunda-feira, 20 de junho de 2016

SETE BALA: X FORCE, PRA NÃO DEIXAR DÚVIDAS.

















Depois do seu primeiro encontro contra André Caveira, Leandro Sete Bala passou a ter um problema mal resolvido e agora ele teve a chance de reencontrar seu adversário, e ele mesmo conta como foi :




" Fala Olivar meu amigo!!
Então;
essa vitória para mim foi muito importante pois já lutamos antes, onde fizemos 3 rounds de trocação e a luta foi parar na decisão dos árbitros laterais, a vitória foi clara minha mas não sei o porquê quiseram me tirar a vitória onde meus treinadores brigaram muito até que pediram às papeletas para conferirem os pontos dados pelos árbitros, mas as papeletas sumiram e isso tudo no término da luta,antes de chamarem a próxima luta do evento, estranho né?
No final deram No Contest e lá mesmo já anunciaram uma nova luta na próxima edição que aconteceu sábado agora, treinei muito para essa luta pois queria muito nocautear ou finalizar, meu Camp foi todo em cima disso e graças a Deus consegui o no TKO no 3 round, isso porquê meu adversário se mostrou muito duro e escorregadio e conseguiu sobreviver os 2 rounds iniciais.


Fui melhor na trocação e derrubei ele em todos os rounds, trabalhei bem meu Jiu Jitsu até ganhar as costas espalhando frango e golpeando até a interrupção do árbitro central."





                                                          Olivar Leite.

DIEGO SANTOS: FOCADO NO REPÚBLICA MMA.

















Invicto há cinco duelos, Carlisson Diego Santos se prepara para guerra frente Renan Buscarons no República MMA em julho

Natural de Sergipe, atleta treina em Ponta Grossa com um só objetivo: Ser o melhor

O atleta Diego Santos, que representa a equipe Arena Fight Team, da cidade de Ponta Grossa, interior do estado do Paraná, está no auge de sua preparação para o evento República MMA, evento que acontece no dia 9 de julho em Curitiba.

Santos, que aos 25 anos possui sete vitórias e três derrotas na carreira, vai fazer o combate principal do evento, frente a Renan Buscarons, da equipe curitibana King Shark.

Carlisson Diego Oliveira dos Santos é o nome completo do atleta que é natural da cidade de Aracaju, no Sergipe e que decidiu ser atleta assistindo lutas na televisão: "Comecei assistindo lutas na TV, me apaixonei pelo esporte e a motivação sempre foi e sempre será ser o melhor. É isso que me motiva".

Diego Santos, que não é derrotado há cinco lutas, garante que vai estar 100% para este combate e comenta um pouco da sua preparação em Ponta Grossa:

"A preparação está 100%, treinando em ritmo muito forte, o mestre Matos (líder da Arena Fight Team) vem fazendo um ótimo trabalho, dando continuidade ao trabalho do mestre Dymitry da DFC de Sergipe. Na verdade a estratégia é sempre bem montada, o mestre Matos afia minhas armas em todas as áreas para que onde a luta desenrolar eu me sinta a vontade, nem sempre a luta sai do jeito que imaginamos, mais onde ela se desenrolar eu estarei preparado".

Santos desconhece o jogo do Renan Buscarons, mas faz um alerta ao oponente:

"Não sei muita coisa sobre ele, mas procuro focar no que tenho de melhor e não no que ele tem a oferecer. Quero dizer para ele que espero que ele esteja bem preparado por que não estou treinando para uma luta, estou treinando para uma guerra".


Diego Santos é patrocinado por: Fitway Academia, Dr. Zeca, Elisângela Raad e Martins Engenharia.



sexta-feira, 17 de junho de 2016

WENDELL ALEXANDER: FORÇA MÁXIMA NO MUNDIAL DA CBJJE; SÃO PAULO VAI TREMER!!!






















Conversei com Wendell Alexander sobre a participação da equipe Nova União no Mundial da CBJJE e ele me contou o por quê do foco da equipe nesse campeonato;





" Olivar meu irmão, vamos com força máxima para tentar alcançar nosso objetivo !

Vamos com praticamente todas as filiais de todos Estados, onde houver equipe Nova União.
E queremos esse título pelo fato de nossos garotos ficam muito pendente de visto para lutar o Mundial da Califórnia, e ficamos de fora com nossos atletas das outras faixas e sem ficar forte para tentar disputar o título da CBJJ de igual para igual com as outras equipes.

O Mundial da CBJJ fica muito complicado para nossos garotos tentarem brilhar lá, então colocamos o Mundial de São Paulo da CBJJE como meta da equipe ! " finalizou o líder e um dos fundadores da Nova União.





                                                               Olivar Leite.

OPEN GLADIATOR LUTA LIVRE - GRAPPLING ANUNCIA CHOCOLATE VS SAPINHO.






















SUPER FIGHT

Dois renomados atletas de duas grandes escolas da Luta Livre Brasileira, se enfrentam na Super Luta do Gladiator. Leonardo Chocolate campeão do ultimo ADCC BRASIL é um grande atleta a ser batido. enfrenta Armando Sapinho campeão do ultimo GLADIATOR SUBMISSION, o lutador de MMA vem mostrando bastante talento nas ultimas lutas.


INSCRIÇÕES ABERTAS, NÃO FIQUEM DE FORA.

Até 60kg
Até 66kg
Até 74kg
Até 82kg
Até 89kg
Até 99kg
Acima de 99kg

inscrição: R$65,00

GP: Iniciante (Branca/Laranja)

GP: Intermediários: (Azul/Roxa)

Lutas Casadas: Marrom/Preta (Profissionais)

Inscrições até o dia 01 de Julho. (conta Bradesco: ag 2545 cc 00081329 / Gustavo Faray)

Enviar nome, equipe, categoria e graduação junto com a foto do deposito feito para: gladiatorgmp@gmail.com

GRADUAÇÃO POR GILE RIBEIRO.
























" Junho e dezembro são meses festivos para nós, que vivemos o mundo da Gile Ribeiro College Jiu Jitsu, existe um evento: a troca de faixas na equipe. Eventos estes que são acompanhados de muita expectativa. A faixa, nas artes marciais, têm a função básica de diferenciar os praticantes de acordo com o nível técnico. Um grupo de alunos sempre é heterogêneo; alguns praticam há mais tempo, outros aprendem mais rápido…então, a faixa pode ser considerada a “identidade” do lutador. A maioria das equipes de Jiu-Jitsu respeita os interstícios estabelecidos para as trocas de faixa. Desta forma, o lutador pode ter uma ideia de quando está apto a avançar na graduação. Mas o “tempo de serviço” não é o único critério para a graduação. O nível técnico é tão ou mais importante do que o tempo de prática. Outros aspectos de avaliação variam sensivelmente de equipe para equipe, de professor para professor. O lutador que sabe que será graduado passa o ano em contagem regressiva. Conforme a graduação se aproxima, uma retrospectiva da atual faixa vai sendo feita, os acertos e os erros vão sendo lembrados, a ansiedade torna-se quase incontrolável. Falo agora por experiência própria, mas conheço diversos relatos idênticos ao meu: nunca me senti preparado para receber a próxima faixa. Por mais que estivesse. Essa situação acontece porque o nosso exemplo mais pungente da faixa de cima é, via de regra, o cara mais casca grossa da equipe, o multi campeão, o super técnico, o incansável, ou o camarada que reúne todas essas características! Nunca nos vemos no mesmo patamar desses atletas, aquela dúvida e aquele frio na barriga insistem em não passar. Mas os bons professores enxergam isso nos seus alunos. E se o seu professor acha que você tem condições de ser graduado, não há o quê se questionar. As avaliações trazem um personagem novo à discussão: o lutador que achava que seria graduado e não foi. A decepção é inevitável, a chateação não tem tamanho, os questionamentos não têm fim. Mas se você não foi graduado desta vez, tenha a certeza de que ainda há uma missão a cumprir na sua faixa. Você pode não estar maduro o suficiente para subir de faixa, a lacuna a ser preenchida para isso pode ser técnica, pode ser comportamental ou pode ser que você ainda seja importante por um pouco de tempo na sua faixa para a evolução dos menos graduados do que você. Acredite, seu professor sabe o que está fazendo. Particularmente, acho que depois do evento da troca de faixas onde a sua faixa nova não veio, vale muito aquela conversa com o professor para saber o que se pode melhorar para a nova temporada que se inicia com o novo ano. Por fim, devemos entender que a cada faixa que subimos, a nossa responsabilidade aumenta, e muito. É uma espécie de seleção natural. Vamos saindo do meio da multidão e ganhando destaque dentro da equipe, os menos graduados passam a nos olhar como referências, observam como nos comportamos inclusive fora dos treinos, no trato pessoal, na postura marcial. Cabe a nós escolhermos que tipo de referência queremos ser. Nunca esqueçam: Não há vitória se não houver batalha!

CHEGOU A HORA! OSS... "




                                                         Olivar Leite.